terça-feira, 13 de julho de 2010

Mais um caso na Bahia, que possuí dúvidas acerca do crime do Juiz.

Dúvidas acerca da morte do Juiz Carlos Alessandro pairam no ar


De acordo com os fatos relatados, uma série de dúvidas são apontadas sobre as circunstâncias do assassinato do juiz, cometido pelo PM Daniel dos Santos Soares, que agiu em “legítima defesa”.


Contudo, segundo informações de testemunhas supostamente teria ocorrido uma briga de trânsito anterior aos disparos. Porém em seu depoimento,Sd PM Daniel, que seguia, guiando o seu carro da 35ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), onde é lotado – afirmou que não entendeu o motivo que levou o juiz a abordá-lo na altura do Centro Empresarial Iguatemi com a arma em punho.

O PM contou ainda, que por volta das 18h de Sábado, ele estava próximo do retorno que dá acesso a 35ª CIMP quando Carlos Alessandro solicitou que ele parasse. Frente ao que disse, o policial indicou que desconhecia o juiz e que parou quando este estava ainda dentro do seu Honda Civic, prata, Placa JSW 5532. Neste sentido, o juiz haveria descido do carro com uma pistola 9mmm em punho,arma esta, de uso restrito das forças armadas e sem o devido registro, o que motivou o soldado a atirar.

Um dos agentes que investigam o caso informou que o PM haveria dito que “atirou para conter o juiz”.

Até o momento, mesmo após o depoimento do policial que possui 14 anos de corporação, excelente policial, de boa conduta,o mesmo responderá ao processo em liberdade pois teria se apresentado.

Soldado Prisco, Soldado demitido da PMBA após movimento pela categoria em 2001. Anistiado, continua afastado, mas jamais ausente.

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